Marcos Pontes & Damares Alves

CIÊNCIA & RELIGIÃO

Sou pesquisador autônomo da física da matéria no INSTITUTO DE PESQUISA DO “SER”. Muito respeitosamente quero trazer à tona os motivos que justificam a avaliação feita sobre a nossa ciência, pelo grande sábio filósofo e matemático Albert Einstein.  

Toda a nossa ciência comparada com a realidade, é primitiva e infantil, e no entanto, é a coisa mais preciosa que temos”, afirmava Einstein.

A ministra da Mulher da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou:

A Igreja Evangélica perdeu espaço na história. Nós perdemos espaço na ciência quando nós deixamos a teoria da evolução entrar nas escolas, quando nós não questionamos, quando nós não fomos ocupar a ciência. A Igreja evangélica deixou a ciência para lá”.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, por sua vez, rebateu as afirmações da ministra, dizendo:

Não se deve misturar ciência com religião

Para um melhor entendimento do assunto em voga, devemos lembrar que os primeiros filósofos da Grécia Antiga, Tales de Mileto e seus discípulos Anaximandro e Anaxímenes foram os primeiros pensadores pré-socráticos a empreender a busca racional da verdade denominada arché (substância primordial da qual tudo deriva).

A arché marca o ponto da passagem do pensamento mítico para o pensamento racional, marca a linha divisória entre o Uno e o Verso, entre a Matéria e a Massa, entre o “Ser” Divino e o “Ser” Humano, entre o Mito e o Logos.

La se foram décadas, séculos e milênios e até hoje os discípulos do nazareno (cientistas, filósofos e teólogos) não estão prontos, embora continuem filosofando, sem no entanto, ter encontrado a pedra filosofal que expressa a dinâmica da verdade nazarena.

Assim, sem conhecer a verdade, a ciência permanece na crença enganosa do modelo padrão do átomo divisível, a religião permanece na crença enganosa do antropomorfismo, ambas, sustentando teorias vazias de conteúdo científico para a formação do universo.

Senhor Ministro Marcos Pontes e Senhora Ministra Damaris Alves, poucos sabem que através da dinâmica da equação da verdade (E=MC³C²C²) a AUTOGÊNESE (geração independente de forças ou agentes externos) explica de forma cabal, a formação do universo, a formação da fonte da vida e a manifestação dos entes viventes em nosso planeta, também explica com clareza solar a interação natural que existe entre a ciência a política e a religião.

Felizmente, fez-se a luz, surge um novo messias, nosso presidente Jair Messias Bolsonaro corajosamente toma a frente e exorta seus ministros a conhecer a verdade, mas eles ainda não despertaram para a verdade absoluta e universal que representa “aquilo que é”, representa o “Ser”, representa a arché, representa a verdade nazarena plenificada pela equação E=MC³C²C².

Com o conhecimento da verdade finda o relativismo, finda a era do homo sapiens (O homem que sabe que nada sabe) e inicia-se a era do homo ethicus (O homem que sabe o quanto quer saber), em fim, a humanidade poderá ser libertada do obscurantismo milenar em que se encontra imersa e estará apta a cumprir seu propósito, qual seja, alcançar a verdadeira felicidade, a beatitude e até mesmo a bem-aventurança, aqui e agora.

Da interação entre a ciência a política e a religião.

Para compreendermos a interação natural que existe entre a ciência a política e a religião temos que recorrer ao ritmo ternário democritiano que atua na grande lei do mundo aplicada na dialética hegeliana que estabelece:

Todo o fenômeno somente ocorre pela interação entre a tese e a antítese de onde emerge a síntese”.

Tudo está demonstrado cientificamente através do nosso MAPA CONCEITUAL DA AUTOGÊNESE DO UNIVERSO.

No que tange aos fundamentos científicos e sociológicos temos:

A Tese é a ciência, é o pensar.

A Antítese é a política, é a ação, é o agir.

A Síntese é a religião, é reação, é religiosidade é o vivenciar.

Devemos aceitar que ninguém pode praticar religião, mas todos praticam ações que sempre são éticas, ou antiéticas. Das ações resulta a religiosidade que é vivenciada por todos, independentemente de pertencerem, ou não, a grupos de crenças, doutrinas, seitas, siglas ou facções.

Nenhum ser humano é ateu, todo o ser humano tem Deus em potência ou em ato, em seu coração. Assim está estabelecido pelas leis eternas e imutáveis da natureza, quer queiramos, quer não.

As ações éticas produzem a sensação agradável do dever cumprido, é a religiosidade cósmica einsteiniana, é o estado quântico religioso de evolução, é Deus manifesto na forma de energia divina ou encantamento.

Porém, quando praticamos ações antiéticas vivenciamos o medo, a insegurança, a preocupação, a enfermidade, é o estado quântico religioso de estagnação, é a falta de energia divina, é o desencanto. 

Do pensar e do agir emerge a religiosidade cósmica einsteiniana. Portanto, pensamos ciência, praticamos política, vivenciamos a religiosidade que é o resultado dos nossos pensamentos e das nossas ações.

 Einstein afirmava: “A ciência sem a religião é cega, a religião sem a ciência é manca”.

Independentemente da nossa vontade, crença ou fé, no universo predomina a lei natural eterna e imutável escrita no livro da natureza.

Temos que aceitar que é impossível separar a ciência da política de onde emerge a religião.

Pretender separar a tese (pensamento), da antítese (ação) de onde emerge a síntese (reação) seria o mesmo que pretender revogar a lei da gravidade.

INSTITUTO DE PESQUISA DO “SER”

Valério Fornari – valeriofornari@gmail.com

(11) 9 81 08 02 00

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