LHC (LARGE HADRON COLLIDER)

Com altíssimos investimentos suportados pelo consórcio europeu de Genebra foi construído o maior acelerador de partículas do planeta, o LHC, sigla em ingles para Grande Colisor de Hadrons (Large Hadron Collider).

Os milhares de cientistas envolvidos no mega projeto pretendem identificar o imaginário bóson de Higgs, também denominado a partícula de Deus. O bóson de Higgs, segundo eles, seria o responsável pela materialidade do universo e também poderia validar a teoria do modelo padrão do átomo divisível idealizado por Rutherford e Bohr.

Sabemos que a materialidade não surgiu do bóson de Higgs, como querem crer os idealizadores do LHC. Segundo a teoria pitagórica, a densidade da matéria surge das quantidades e não das qualidades e isto está demonstrado cabalmente na equação einsteiniana.

A imprudência em aceitar um suposto átomo divisível contra todas as evidências, impediu a compreensão da essência da matéria, comprometeu toda a ciência e levou a uma série de interpretações equivocadas como, p. ex; o princípio da incerteza, a não localidade, a onda partícula. Tais equívocos, ainda hoje, retardam a divulgaçãoo do maior triunfo da ciência, representado pelo conhecimento da dinâmica da unidade de matéria E=MC³C²C², subjacente na equação einsteiniana (E=mc²).

Mas Einstein continuou resistindo, e sempre criando novas maneiras de demonstrar que as incertezas inerentes às interpretações formuladas por Niels Bohr, Werner Heisenberg, Max Born e outros significava que alguma coisa estava faltando nas explicações desses cientistas sobre a realidade” (Walter Isaacson 2007 – Einstein – Sua vida seu universo – pag. 458)

Como já foi exposto acima o LHC é uma sigla para “Large Hadron Collider” ou gigantesco colisor de hadrons. A esse respeito, como físico de fato, embora não de direito, ciente de minhas limitações, vou explicar resumidamente de modo muito simples o funcionamento e também o principal objetivo do projeto.

Os cientistas envolvidos pretendem acelerar supostos átomos divisíveis (núcleos atômicos) e assim provocar colisões com intensidade suficiente para produzir um jato de partículas e identificá-las, uma a uma. O objetivo principal seria identificar o Bóson de Higgs, segundo eles, a única peça que falta para montar o quebra-cabeça que explicaria a materialidade do universo.

Para exemplificar o pretenso fenômeno de modo simples e prático, passamos a imaginar que no laboratório do LHC haja pequeníssimos cestos de laranjas (aglomerados atômicos), cada cesto contendo noventa bilhões de microscópicas laranjas (átomos). O cesto de laranjas representa o núcleo atômico e as laranjas representam os átomos. Os cientistas pretendem estudar as laranjas (átomos) individualmente. Para isso devem separá-las uma a uma. As laranjas (átomos) estão unidas entre si — os cientistas resolveram acelerá-las em sentidos opostos para provocar colisões com força suficiente para separá-las, umas das outras. Desde 1927 quando construíram o primeiro acelerador de partículas, até hoje, os cientistas conseguiram dividir o aglomerado maior em alguns escassos aglomerados menores.

O maior equívoco surgiu quando os cientistas esqueceram que os núcleos menores, erroneamente denominados partículas elementares são formados de aglomerados de unidades de matéria (E=MC³C²C²) inteiras e indivisíveis e, o mais grave, passaram a denominar o aglomerado maior de átomo, e os aglomerados menores de partículas elementares, como se fossem frações de átomos.

Até hoje persiste o equívoco, na verdade os cientistas que acreditam no bóson de Higgs ignoram que a densidade da matéria é inerente  e está implícita no “Ser”.

Há um postulado pitagórico que reza:

No Universo não existe qualidades, o que existe são quantidades“. Ou ainda, o postulado democritano estabelece “Se toda grandeza fosse divisível ao infinito não haveria mais nenhuma grandeza, não haveria o ser, mas se deve subsistir o ser é preciso que sua divisão não possa ir ao infinito

Devido a sua natureza ínfima, nenhum dispositivo mecânico, elétrico ou eletrônico, por mais avançado que seja, poderá atingir, suprimir, acelerar ou dividir uma unidade de matéria (E=MC³C²C²) erroneamente denominado átomo divisível.

Estamos diante do maior equívoco do século. O LHC é adequado para estudar o “VERSO” (E=mc²) – mas, não é adequado para estudar o ‘UNO’ (E=MC³C²C²). Portanto ele jamais decifrará o “UNIVERSO”, jamais encontrará uma partícula que dá densidade a matéria.

Com o LHC colidindo tão somente núcleos atômicos não iremos além de um espetáculo pirotécnico de pouca importância e o verdadeiro átomo não será conhecido e a ciência não poderá ser inaugurada.

Mas, a pergunta que soa e não quer calar é:

Qual seria a ferramenta adequada para resgatar e compreender a unidade de matéria densa, absoluta eterna e imutável denominada  “Ser”?

Entre as frases concisas que posso reler no livro que está em minhas mãos — Einstein O Enigma do Universo (Huberto Rohden – 1989 – pg. 128) encontro a seguinte resposta:

“Einstein, como já dissemos, entende por “raciocínio puro” a intuição que ele identifica com a imaginação ou a dedução, em oposição á indução. Toda a ferramenta de Einstein era a pena e o papel. O pensamento intuitivo, ou puro raciocínio, funciona por si mesmo. Mas, diz Einstein: “Ao feliz evento da descoberta de leis por intuição precederam anos de torturante tatear nas trevas, ansiedades sem fim, alternativas de esperança e desânimo e, por fim, surgiu a luz. Isto só pode compreender quem o experimentou. Tento 99 vezes e só na 100ª vez acerto. Mas, essa 100ª vez não é analítico-indutiva, é intuitivo-dedutiva

Como podemos notar — o pensamento racional que leva ao estágio intuitivo-dedutivo, possibilitando o conhecimento da verdade, é a única ferramenta adequada para desvendar todos os mistérios do “Ser” (E=MC³C²C²) e com ele desvendar todos os mistérios do universo.

Todo o conhecimento a priori é intuitivo-dedutivo e somente num segundo momento é formalmente exteriorizado e se torna empírico-analítico.

Devemos aceitar que a fonte da sabedoria não está no instrumental, no livro, na escola, na universidade, mas é imanente a cada ser humano. O instrumental, o livro, a escola e a universidade são facilitadores importantes como balizas que indicam o caminho para chegar ao mestre interior e assim, identificar a verdade.

A sabedoria só pode ser assimilada conscientemente quando acessamos o mestre interior, fonte que se encontra no âmago de cada ser humano, sempre pronta para ser resgatada.

Se quisermos aumentar o estoque de conhecimento temos que buscá-lo na fonte imanente no âmago de cada ser humano através do mestre interior. O intelectual que tivesse absorvido todo o estoque de conhecimento contido nas bibliotecas do mundo inteiro, não teria aprendido nada além daquilo que alguém já sabe. Nada acrescentaria.

Einstein ensinava que o conhecimento intuitivo é puro, o conhecimento falado é contaminado, o conhecimento escrito é duplamente contaminado, afirma ainda que, o último estágio do processo cognoscitivo vai do Uno ao Verso e não, vice-versa. Portanto, da causa para o efeito, da ação para a reação, da matéria para a massa. Infelizmente os cientistas do LHC estão seguindo o caminho diametralmente oposto.

A meu ver, pelo andar da carruagem, se depender do LHC, o átomo não será conhecido, os resultados serão pífios, e a ciência não poderá ser inaugurada.

Capaed

 

Valério Fornari
valeriofornari@gmail.com

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