A incrível saga do bóson de Higgs

A incrível saga do bóson de Higgs” é o título publicado pela revista Veja do dia 7 de julho de 2012 para anunciar a confirmação da descoberta do bóson de Higgs. Em seguida, no mesmo anúncio, a revista confirma que – existe uma partícula que tem grande chance de ser o bóson de Higgs, mais adiante o artigo informa que — essa misteriosa descoberta coroa os esforços de milhares de cientistas ao redor do mundo que dedicaram suas vidas a entender como funciona o maquinário fundamental do universo. Mais adiante no mesmo artigo, a revista informa que — os físicos, após décadas de procura, ainda não conseguiram nenhuma prova de que tal partícula exista. No entanto François Englert e Peter Higgs receberam o Nobel de Física por terem previsto sua existência. A pergunta é: Previram a existência do que?

Na redação do site Inovação Tecnológica de 24/01/2017 sob o título Higgs, qual Higgs? A física Usha Mallik fala de uma aparente descoberta e atualmente, com sua equipe, está á frente de um esforço para que o LHC procure por outra partícula. Hoje, após mais de cinco anos e muito mais dados coletados, os físicos continuam sem saber exatamente o que encontraram e nem mesmo sabem se encontraram.

Na revista Scientific American do mês de janeiro de 2018 no artigo intitulado “Medindo a Beleza” o físico Guy Wilkinson físico de partículas da Universidade de Oxford informa que; no mesmo acelerador, um projeto menor e menos alardeado, confere perspicácia e discrição à caçada. Assim podemos concluir que a caçada continua, mas sequer sabemos se a caça existe.

A doutrinação que leva os físicos, que labutam no universo massivo, a acreditarem no mito do átomo divisível é a causa que sustenta o obscurantismo científico.

Demócrito de Abdera, o pai do “Ser” indivisível representado pela minha equação E=MC³C²C² afirmava que; — “O “Ser” não tem cor, sabor ou odor, não pode ser aquecido, nem resfriado, nem umedecido, nem ressecado”. Portanto não resta dúvida que ele não pode colidir para ser encontrado.

Hoje posso afirmar que o “Ser” pode ser compreendido, medido e quantificado matematicamente ou intuitivamente, mas não pode ser fracionado.

Sem a necessidade do LHC, sem a necessidade do bóson de Higgs, apenas com a minha equação da matéria E=MC³C²C² tenho toda a explicação do mecanismo que confere massa á matéria. E isso representa o fim do relativismo científico o fim da saga do bóson de Higgs, e me habilita a responder com conhecimento absoluto e com a certeza definitiva a pergunta mais elementar, como, por exemplo: De onde viemos? Do que somos feitos? Qual nosso propósito? Para onde vamos?

valeriofornari@gmail.com em 21/05/2018 – (todos os direitos reservados)

 

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