A OMELETE QUE MATOU DEUS

       Deus está morto! Deus permanece morto! E quem o matou fomos nós! Afirmou o filósofo Nietzsche. Mas Einstein, o maior sábio de todos os tempos, através de sua equação E = mc² revelou o verdadeiro Deus que emerge da verdadeira ciência sem, no entanto, pertencer a nenhuma religião. Einstein ensinou aos homens de boa vontade como é possível vivenciar a verdadeira religiosidade, conhecida como a “Religiosidade Cósmica Einsteiniana”.

Obviamente ele se referia à verdadeira e única religiosidade, aquela que nasce da ética humana, sem interferências externas, personalíssima, de foro íntimo, onde cada um, recolhido no silencio de si mesmo, pode vivenciar em seu coração a presença de Deus.

Mesmo assim, Einstein foi muito combatido e refutado entre seus pares. Sua teoria não despertou, na elite acadêmica, motivação suficiente para ser refletida com profundidade.

O primeiro grande ovo quântico que tomaria parte da omelete foi posto por Heisenberg quando anunciou o princípio da incerteza, contestado com veemência pelo próprio Einstein quando afirmava que “Deus não joga dado”. Assim, estava posto o ovo da discórdia.

Niels Böhr se encarregou de pôr o segundo grande ovo atômico ao anunciar o equivocado modelo padrão do átomo divisível.

Por imprudência negligência ou imperícia, o Comitê Sueco da Ciência acolheu os ovos contaminados pelo vírus da aparência e do acaso, concedendo o prêmio Nobel para Heisenberg e para Böhr.

Ao não acolher a equação da relatividade einsteiniana o Comitê da Ciência quebrou os ovos viciados e os chefs do banquete acadêmico serviram a omelete contaminada.

Para alertar sobre os efeitos colaterais que poderiam surgir por conta do vírus da imperícia, Einstein advertiu:

“A religião sem a ciência é cega, a ciência sem a religião é manca”.

Até hoje a elite acadêmica não reconhece o antídoto que permanece subjacente na equação da relatividade. Deste modo o obscurantismo científico perpetua a morte de Deus, a ciência não pode ser inaugurada enquanto a humanidade, como um todo, paga a conta.

Acreditar e ter fé são direitos subjetivos inalienáveis, mas não podemos negar os fatos. A realidade demonstra que a hipocrisia a injustiça, a violência a corrupção e a miséria, com maior ou menor intensidade, reinam soltas em todos os quadrantes do Planeta.

Infelizmente, isso demonstra claramente que Deus está morto, morto no coração dos atores que não reconhecem a dinâmica do átomo indivisível demonstrando sua inabilidade para reger a orquestra da ciência da política e da religião.

       Somente através da batuta da ciência será possível vivificar Deus no coração do homem e assim, livrar a humanidade do obscurantismo que impede o encantamento que representa Deus em ato no coração dos homens de boa vontade.

valeriofornari@gmail.com

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